Chegada a Lassa, receção no aeroporto e transporte para o hotel. Convém descansar durante a tarde.
O corpo precisa de tempo para se adaptar à altitude, a razão principal pela qual ficamos em Lassa 3 dias.
Estadia: Chunqiu Oxygen Rich Hotel ou similar (3650 m)
Visita ao Templo Jokhang, o templo mais sagrado para todos os tibetanos, pois alberga uma estátua de Buda Sakyamuni, que se acredita ter sido consagrada pelo próprio Buda. O templo foi construído por uma princesa nepalesa no século VII. O principal objetivo dos peregrinos tibetanos é ver esta estátua. Também serão visitadas várias capelas importantes.
Depois, visita à Rua Barkhor, que desde a antiguidade até aos dias de hoje funciona como mercado tibetano; e ao Mosteiro de Sera, considerado um dos mais importantes institutos budistas do Tibete.
Estadia: Chunqiu Oxygen Rich Hotel ou similar (3650 m)
Alimentação: Pequeno-almoço incluído
Visita ao Palácio Potala, um dos locais mais emblemáticos do Tibete e do mundo. Foi construído numa pequena colina no século VII pelo rei Songtsen Gampo e, desde o 5.º Dalai Lama, passou a ser o Palácio de Inverno dos Dalai Lamas.
À tarde, visita ao Palácio Norbulingka, a residência de verão dos Dalai Lamas.
Estadia: Chunqiu Oxygen Rich Hotel ou similar (3650 m)
Alimentação: Pequeno-almoço incluído
Viagem para Samye via Mosteiro Dorjdrak. Visita ao Mosteiro de Samye e tempo para explorar a localidade.
O hotel do Mosteiro de Samye situa-se mesmo junto ao mosteiro, proporcionando a sensação de dormir no próprio recinto.
Estadia: Hotel do Mosteiro de Samye (3600m)
Alimentação: Pequeno-almoço incluído
Viagem de um dia às grutas de Samye Chupu, onde mestres indianos e tibetanos costumavam meditar — um local muito interessante. Visita também ao convento situado na base da montanha.
Regresso a Samye e tempo livre para explorar a vila; é possível subir a colina Hepuri, de onde se tem uma vista panorâmica de toda a área.
Estadia: Hotel do Mosteiro de Samye
Alimentação: Pequeno-almoço incluído
Hoje vamos para para Gyantse, saindo finalmente dos arredores de Lassa. Passagem pelo lago Yamdrok Tso, um dos seis lagos sagrados e mais belos do Tibete, e pelos glaciares de Karola, na cordilheira Nyenchen Kangsang.
Visita ao Mosteiro Pelkhor, único por reunir três escolas budistas: Kagyu, Gelug e Sakya. Visita também à Estupa Kumbum, a maior do Tibete. Depois, continuamos o nosso caminho até até Shigatse.
Estadia: Gesar Hotel (3900m) ou similar
Alimentação: Pequeno-almoço incluído
Viagem até ao Campo Base do Everest (EBC), passando pelo passo Gyatso La (5248 m), um pouco mais alto do que o próprio campo base. Aqui vamos ter a nossa primeira vista dos Himalaias. Continuando, chega-se ao passo Gawula, a 5050 m, de onde se avistam alguns dos picos mais altos do mundo: Everest (8844 m), Lhotse (8516 m), Makalu (8463 m) e Cho Oyu (8201 m).
Visita ao Mosteiro de Rongbuk, considerado o mais alto do mundo. O novo Base Camp Everest situa-se atualmente junto ao mosteiro, e os turistas não podem avançar para além deste ponto, mas a vista da montanha continua excelente se o tempo permitir.
Estadia: Guest House do Mosteiro de Rongbuk (5150 m) ou similar
Alimentação: Pequeno-almoço incluído
Após o nascer do sol no Everest, regresso a Shigatse e visita ao Mosteiro Tashi Lhunpo, um dos seis maiores mosteiros da escola Gelug (chapéus amarelos). Fundado em 1447, é tradicionalmente a sede dos Panchen Lamas, a segunda linhagem de reencarnação mais importante do Tibete.
Estadia: Gesar Hotel ou similar
Alimentação: Pequeno-almoço incluído
Viagem até ao Lago Namtso. O percurso passa pelo vale de Nyimo, com paisagens muito interessantes. Visita ao lago e depois ida para o alojamento.
Estadia: Damxiong Sheep Hotel ou similar
Alimentação: Pequeno-almoço incluído
Regresso a Lassa e tempo livre para explorar a cidade na última noite.
Estadia: Chunqiu Oxygen Rich Hotel
Alimentação: Pequeno-almoço incluído
Transporte para o aeroporto de Lassa e partida do Tibete (cerca de 1 hora de viagem).
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Vôos internacionais a partir de: 1000€ (valor indicativo)
Em 2025, o governo chinês isentou de vistos os portadores de passaportes de vários países europeus, incluindo Portugal. No entanto, esta medida foi anunciada como temporária e não temos garantia que se mantenha em 2026.
Quais os requisitos de entrada:
Passaporte com validade superior a 6 meses (a contar da data de regresso) e páginas em branco
Reserva de voos ida e volta
Autorização de visita ao Tibete (Tibete Travel Permit), incluída
Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela, se viajar a partir de países de risco.
Seguro de viagem
Nesta viagem, os transfers no Tibete estão incluídos.
Viajar para o Tibete é geralmente considerado seguro para viajantes, mas com restrições e requisitos específicos que devem ser cumpridos.
O governo Chinês pode fechar fronteiras terrestres e aéreas sem aviso prévio.
Para aconselhamento médico, medicação e eventuais vacinas, recomendamos a Consulta do Viajante Online® com médicos com formação em medicina do viajante e eles próprios viajantes frequentes.
Deverás ter a tua consulta 4 a 6 semanas antes da data da partida.
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Acima de 2.500 metros a altitude pode causar fortes dores de cabeça e grande cansaço nos primeiros dias (Lassa encontra-se a 3.650m, e é o ponto mais baixo da viagem ao Tibete). Em alguns pontos vamos amos estar acima dos 5.000m, pelo que se recomenda durante esse período a ingestão de líquidos não alcoólicos em grande quantidade e a limitação ao mínimo de atividades físicas e ingestão de álcool.
Teremos uma botija de oxigénio na carrinha, que é uma grande ajuda.
Nesta altura do ano, estamos em época seca, mas ainda fria, entre os 0º de mínimas e os 16º de máximas
Nas deslocações no continente, a viagem será feita numa carrinha dedicada, com condutor e guia.
Sim, as cidades e aldeias desta viagem serão maioritariamente percorridas a pé, que é a melhor forma de as conhecer.
De qualquer forma, tudo será feito consoante a dinâmica do grupo.
Ficaremos em pequenos hotéis, preferencialmente de cariz familiar. Damos muita importância à localização e à higiene.
Os quartos serão sempre twin (2 camas) ou duplos (cama de casal) caso o desejem, e sempre que possível com casa de banho privativa.
O mosteiro de Rongbuk tem condições mais básicas do que os hotéis
Roupa em camadas, calças confortáveis e sapatos de caminhada, acessórios para frio (luvas, cachecol).
A culinária do Tibete é rústica e reflete o clima de alta altitude, utilizando ingredientes básicos como carne de iaque ou borrego, lacticínios e cevada. Os pratos são nutritivos e ricos em gordura, para fornecer energia sustentada.
É necessário um adaptador para as tomadas.
O acesso à internet no Tibete é monitorizado e censurado em alguns aspetos. Certas aplicações só funcionam com VPN.
Há wifi na maioria dos hotéis, mas não é garantido. Pode não haver rede em algumas zonas remotas.