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No primeiro dia aguardamos a tua chegada a Sydney. Se a hora de chegada e o cansaço da viagem o permitirem, encontramo-nos para uma primeira apresentação e jantar.
Hoje partimos à descoberta da cidade, ao nosso ritmo. Ao longe, já avistamos a “Sydney Tower” e abrandamos para explorar o Hyde Park, passando pela Catedral de Santa Maria, pelas “Hyde Park Barracks”, uma antiga prisão que hoje é um pequeno museu, e terminando a manhã com uma visita ao Museu Australiano, para uma apresentação mais histórica deste belo continente.
Depois do almoço continuamos até ao Porto de Sydney para uma paragem obrigatória na Casa da Ópera. O próximo destino é o bairro colonial mais antigo da cidade, “The Rocks”, hoje um centro vibrante de mercados de rua, cafés e restaurantes.
E não se preocupem: eu levarei um frasco de “Vegemite” na mochila, caso alguém precise de um reforço de energia!
Acordámos cedo e aventurámo-nos até às “Blue Mountains”, património da humanidade, para respirar ar fresco e ficarmos boquiabertos com os seus vales e montanhas. A nossa viagem leva-nos às cidades de Leura e Katoomba para uma caminhada de cerca de 3 horas, a um ritmo relaxado, seguindo percursos organizados de Gordon Falls a Katoomba Falls, por vales e cascatas, com miradouros sobre a imensa paisagem. Almoçamos em Katoomba e, ao final da tarde, voltamos a Sydney.
Hoje é o nosso último dia em Sydney, mas não poderíamos partir sem uma visita a “Bondi Beach”. Nesta altura do ano, já não é verão; por isso, as temperaturas estarão abaixo de 20 °C e o mar estará mais agitado, pelo que um mergulho não é recomendado. Depois das apresentações a Bondi e das fotografias incontornáveis, faremos uma pequena caminhada pela costa até Coogee. E, como estamos no início do período de migração das baleias-jubarte, ainda poderemos avistar alguma de passagem ao longo da costa.
Despedimo-nos de Sydney e vamos até ao centro vermelho da Austrália, Ayers Rock. Instalamo-nos e exploramos a área do alojamento, antes de partirmos para Uluru, o local sagrado aborígene mais conhecido da Austrália. Aqui, exploramos a base e aguardamos o pôr do sol. De volta ao alojamento, depois de jantar, tentaremos afastar-nos dos locais iluminados e admirar o céu, em busca da Via Láctea, das constelações e de estrelas cadentes. Afinal, Ayers Rock é considerado um dos melhores locais do mundo para observar estrelas.
Para os madrugadores, às 5 da manhã, reunimo-nos para ver o nascer do sol sobre Uluru e só depois tomamos o merecido pequeno-almoço! Ao final da manhã, rumamos ao aeroporto para viajar até Melbourne. Já chegaremos ao final do dia, por isso, faremos apenas um breve passeio para jantar ao longo da margem ribeirinha da cidade, animada pelos seus restaurantes e bares, com vista para o impressionante skyline de Melbourne.
Hoje temos Melbourne para explorar, uma cidade classificada consecutivamente entre as 5 melhores do mundo para viver. Uma cidade animada, conhecida pelo melhor café da Austrália e por uma infindável variedade de culinárias do mundo. Vamos começar pela parte central da cidade em ritmo relaxado, com várias possibilidades de experimentar um café ou os icónicos “Lamingtons”.
Depois, a sul da cidade, visitámos o mercado, onde podíamos almoçar. Rumamos para St Kilda, passando por Albert Park, sede do Grande Prémio da Austrália de Fórmula 1. Podemos relaxar num dos jardins junto ao seu parque de diversões, o Luna Park ou à beira-mar, ao bom estilo de vida australiano, para depois irmos até ao Pontão de St Kilda ao pôr do sol. Se formos sortudos, poderemos testemunhar o regresso a casa dos seus residentes: uma colónia de mais de 1400 pinguins!
Hoje deixamos Melbourne e vamos em busca de paisagens costeiras e da vida selvagem australiana. E o Parque Natural de Phillip Island oferece tudo isso numa combinação única. Este pequeno santuário é residência e ponto de passagem para focas, leões-marinhos, baleias, golfinhos, pinguins e muitas outras aves nativas e migratórias.
Ao longo da baía, de San Remo ao Cabo Woolamai, exploramos a península com pequenas caminhadas ao longo da costa, onde não faltarão praias, escarpas dramáticas e baías rochosas. A região foi recentemente declarada Reserva Nacional de Surf devido ao seu ecossistema natural. Desde o alto é comum avistar colónias de focas relaxadas a apanhar sol sobre rochas no meio do mar e até baleias de passagem na sua rota migratória.
Depois do almoço, vamos à Reserva de Conservação de Coalas e veremos, finalmente, e de perto, estes animais no seu habitat, e ainda outros marsupiais e até alguns répteis (adequadamente protegidos de nós por um vidro!).
E, ao final do dia, voltamos a Melbourne para jantar e descansar, porque no dia seguinte temos a agenda cheia!
Hoje à tarde deixaremos Melbourne para irmos até Cairns, no centro do Extremo Norte Tropical de Queensland.
Mas, pela manhã, ainda temos a oportunidade de explorar mais um pouco da cidade. Começamos no Centro Ian Potter da Galeria Nacional de Vitória, onde podemos conhecer a arte australiana, das expressões indígenas às contemporâneas. Passamos pela Federation Square até aos Jardins da Rainha Vitória e ao edifício da Galeria Nacional de Vitória International, a caminho do “Shrine of Remembrance”, monumento memorial nacional que honra os australianos que serviram em guerras e missões de manutenção da paz.
Bem-vindos ao Extremo Norte Tropical de Queensland.
Aqui, a paisagem é muito diferente de tudo o que já vimos durante a nossa visita à Austrália. Cairns é uma cidade pequena, mas muito animada, e é a porta de entrada para muitos tesouros naturais.
Hoje vamos conhecer a cidade ao longo do mar e poderemos visitar a Galeria de Arte de Cairns ou relaxar com um mergulho na lagoa de Cairns, uma piscina de água salgada junto ao mar. Esta é a única forma de nadarmos na cidade, já que os crocodilos de água salgada, ou “salties”, como os australianos os chamam, patrulham estas águas ao longo de toda a costa e da região.
Depois de jantar, visitamos os mercados noturnos de Cairns.
Hoje cedo rumamos a norte, até ao Desfiladeiro Mossman, com as suas águas frescas, e à entrada na floresta tropical mais antiga do mundo, a “Daintree Forest”, Património Mundial, repleta de vida selvagem única e de árvores milenares. Com o tempo seco e até o calor de junho, é o momento perfeito para vaguear pelos trilhos sombreados da floresta e respirar o ar puro. Aqui poderemos avistar alguma vida selvagem da floresta e, se tivermos sorte, ainda avistaremos casuares e borboletas coloridas pelo caminho!
Hoje convido os madrugadores a uma escapadela de madrugada para apreciar o nascer do sol na baía de Cairns. Os australianos já andarão a correr e a tomar café, mas eu proponho-vos um momento mais relaxado e inesquecível: sentarmo-nos na Esplanade e vermos o sol surgir da escuridão, entre a imensidão azul do mar e do céu. Um início de dia diferente e único.
Depois do pequeno-almoço, vamos até à “Green Island,”, uma ilhota de coral coberta por uma floresta tropical situada no Parque Marinho da Grande Barreira de Corais.
Em junho, a visibilidade aquática está ótima e a temperatura da água ronda 24-25°C, tornando-o um momento ideal para mergulhar entre deslumbrantes corais e peixes tropicais e, quem sabe, uma ou outra tartaruga. Pura magia. Quem preferir observar o recife sem se molhar, há a alternativa de o fazer num barco com fundo transparente. Cada um escolhe uma destas duas experiências, consoante preferir. O nosso dia na ilha inclui ainda acesso a chuveiros e à piscina, e podemos explorar a ilha a pé, fazendo um percurso interpretativo pelo seu interior ou pela praia. Haverá tempo para nadar, fotografar, ler um livro à sombra e até ver crocodilos no parque Marineland Melanesia (opcional).
Ao final da tarde regressamos a Cairns e, para quem ainda tiver energia, há espaço para um jantar em tom de despedida.
Hoje estamos de partida da Austrália. Espero ver-te em breve e obrigado pela companhia!
Acompanhamento líder 100 Rota
Vôos internacionais a partir de: 1200€ (valor indicativo) | Voos domésticos: Sydney para Ayers Rock, Ayers Rock para Melbourne e Melbourne para Cairns | cerca de 500€ (valor indicativo)
Vamos começar pelo país, a Austrália! E o continente, a Austrália! Acho que todos nós temos uma imagem do que é a Austrália, seja ela coalas, cangurus, aranhas, aborígenes, o Crocodile Dundee ou os surfistas da praia de Bondi.
E esta viagem espera mostrar um pouco de todos esses imaginários. Para visitarmos todo o país, não nos bastaria um mês, e é bastante difícil que as condições climáticas sejam adequadas em todos os estados ao mesmo tempo. Do norte ao sul, de leste a oeste, tudo muda acentuadamente. Por isso, a escolha, são as cidades de Sydney e Melbourne, um pouco do estado de Vitória, Ayers Rock para aceder ao Uluru e, por último, o Extremo Norte Tropical de Queensland, entre a floresta tropical e a Grande Barreira de Corais.
Na maioria das nossas viagens o ponto de encontro com o líder e/ou o resto do grupo é no hotel previsto para a viagem.
Antes do início da viagem será partilhada essa informação entre todos os elementos do grupo, e de modo a agilizar a comunicação é criado também um grupo da viagem através da plataforma WhatsApp.
Muitas vezes também vários viajantes embarcam juntos desde a Origem, consoante os vôos, cuja informação será também partilhada entre todos.
OS VÔOS DOMÉSTICOS NÃO ESTÃO INCLUÍDOS, ainda assim daremos indicações para a sua compra.
Os cidadãos portugueses necessitam de visto de turismo para visitar a Austrália, o eVisitor.
Para cidadãos portugueses, é necessário visto para fins de turismo, usualmente, é o eVisitor (subclasse 651)
Este visto é gratuito e deve ser solicitado antes de ir à Austrália, através do portal online do Departamento de Imigração do Governo australiano (https://immi.homeaffairs.gov.au/visas/getting-a-visa/visa-finder/visit).
Durante o voo será também distribuído um formulário de visitante em entrada, Incoming Passenger Card, que deverá ser preenchido e mostrado no controle de fronteiras juntamente com o Visto e Passaporte.
A Austrália é muito rigorosa com os requisitos para entrar no país e com o que se pode levar na bagagem, pelo que aconselhamos a consultar a página do Departamento de Imigração do Governo australiano (https://immi.homeaffairs.gov.au/entering-and-leaving-australia/entering-australia/overview).
Os transfers são por conta de cada viajante. Podemos, se assim o desejares solicitar um através do nosso hotel, para isso terás de o solicitar junto da 100rota pelos canais disponíveis, aí nessa fase serão dados todos os detalhes de que necessitas.
Se quiseres chegar mais cedo ou partir mais tarde poderás reservar através da 100 rota as tuas noites no alojamento previsto para a viagem, sujeito à disponibilidade do mesmo. Basta para isso que nos informes com antecedência, assim que saibas as tuas datas exactas.
Entre os diferentes estados, faremos ligações com voos internos: Sydney para Ayers Rock, Ayers Rock para Melbourne e Melbourne para Cairns (custo extra).
Os transportes entre aeroportos e alojamentos serão realizados em transporte privado para o grupo, sempre que possível, no mesmo voo que o líder, que recomendaremos que reserves.
Nas cidades de Sydney e Melbourne, venceremos as distâncias até Bondi e St Kilda de metro, mas o resto da exploração das cidades será em zonas próximas e a pé. Quer Melbourne, quer Sydney, são cidades com bastante trânsito e andar de viaturas particulares é um desafio para uma gestão eficaz do nosso tempo.
Para as Blue Mountains iremos de comboio.
Para o Parque Natural de Phillip Island e Mossman Gorge, a viagem será feita numa minivan alugada, conduzida pelo próprio líder. Em Mossman Gorge, ainda teremos de apanhar o Shuttle Bus do parque até à entrada na Floresta.
E, para a Green Island, iremos de ferry.
Damos prioridade à limpeza e localização dos alojamentos. Gostamos que se situem o mais perto possível dos locais a visitar e privilegiamos alojamentos locais. Os quartos serão twin (camas separadas) ou duplos (cama de casal) em caso de ocupação single, sempre que possível, e com casa de banho privativa e pequeno-almoço incluído.
A Austrália é conhecida pela sua diversidade de vida selvagem, mas os principais responsáveis pelas mortes são, na verdade, acidentes com gado e acidentes comuns.
A principal medida de segurança para a vida selvagem na Austrália é respeitar a sinalética e adotar as precauções recomendadas. Não arriscar nem ignorar avisos de segurança só porque não se avista (isto é particularmente verdade no mar).
A probabilidade de encontrarmos um animal perigoso durante a nossa viagem é mínima; não visitaremos locais isolados nem assinalados como perigosos devido à presença de animais venenosos. E o líder dar-te-á informações e recomendações consoante o local de visita, se aplicáveis.
Para desmistificar a vida selvagem da Austrália, informa-te antes de ires e, acima de tudo, adota comportamentos de precaução e respeito pelos animais.
Esta página pode ajudar a compreender melhor a vida selvagem australiana: https://www.australia.com/en/things-to-do/wildlife/guide-to-australias-animals.html
Em maio, estamos no final do outono na Austrália. O clima é ameno, perfeito para explorar cidades e o deserto, e para nadar nas águas mornas da Grande Barreira de Corais, com excelente visibilidade para mergulho subaquático.
As cidades de Sydney e Melbourne, na parte sul, têm um clima temperado e mais fresco, entre 14 e 21°C, enquanto o Norte Tropical, como Cairns, está a iniciar a estação seca e quente, com temperaturas entre 20 e 28°C.
No centro vermelho, Uluru, as condições são ideais, com dias ensolarados entre 20 e 30°C, embora à noite a temperatura possa descer entre 5 e 1°C.
Na Austrália, as tomadas utilizam o Tipo I, com três pinos chatos (dois em V e um de terra), operando a 230 V/240 V. É recomendável comprar um adaptador de viagem do Tipo I ou um adaptador universal antes da viagem.
A maior parte dos alojamentos onde pernoitamos tem rede Wi-Fi com acesso gratuito. No entanto, durante as nossas viagens a sítios mais remotos, é possível que não haja cobertura Wi‑Fi nem cobertura que permita comunicações estáveis.
Devido à diversidade do clima e ao tipo de atividades que vamos fazer (conhecer cidades, breves caminhadas no deserto e em zonas costeiras), recomendamos que leves roupas e calçados confortáveis, sem esquecer que banho e nadar podem fazer parte dos planos.
É essencial que a tua mala tenha uma mistura de roupa quente e fresca, como um casaco impermeável leve, um casaco ou uma camisola quente, T-shirts, calças, calções, consoante te sentires mais confortável.
Poderás levar umas sapatilhas confortáveis para ambientes urbanos e caminhadas e uns chinelos confortáveis para a praia em Cairns.
Não esquecer o chapéu e o protetor solar com fator de proteção solar máximo! O índice de radiação ultravioleta nesta região do mundo é muito superior ao dos demais países. Sem proteção solar adequada à exposição indireta em locais como Uluru, é fácil apanhar um pequeno escaldão (relato em primeira mão!). Se for possível e se fores mergulhar na Barreira de Corais, procura um protetor que seja “amigo” dos corais e isento de substâncias químicas prejudiciais.
De qualquer forma, sempre que possível, adaptaremos o percurso às condições atmosféricas.
Como sabes o vôo não está incluído no programa de viagem, dando-te assim possibilidade de ter maior flexibilidade na escolha de horários, datas e sítio onde compras. Hoje em dia existem ferramentas muito boas que te podem ajudar a fazer a melhor compra, a momondo ou a skyscanner. Se ainda assim tiveres dificuldades contacta-nos. Não te esqueças que só deverás comprar o teu vôo quando a viagem estiver confirmada!
Para aconselhamento médico, medicação e eventuais vacinas, recomendamos a Consulta do Viajante Online® com médicos com formação em medicina do viajante e eles próprios viajantes frequentes.
Deverás ter a tua consulta 4 a 6 semanas antes da data da partida.
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